Banco Solidário
O banco começa a funcionar a partir do momento em que os equipamentos e insumos do projeto são entregues para os grupos de alunos gestores. A operação ocorre efetivamente após as primeiras integralizações das cotas dos alunos prioritariamente, através de latinhas de alumínio e óleo de cozinha, . O grupo de alunos só passa a ter acesso a Moeda Social, a partir da integralização de suas cotas hoje no valor de R$ 3,00 (três reais) através da venda de latinhas de alumínio hoje por R$ 0,05 ( cinco centavos) cada uma e R$ 1,00 (um real) por litro de óleo usado (envasado em pet limpa por fora) vendido a Loja Escola que por eles recebem um cheque e podem integralizar suas cotas e ou depositar / sacar na moeda social no Banco Comunitário.
Para que todos possam participar as
cotas podem ser divididas em até 60 parcelas ou excepcionalmente
integralizado em com fios de cobre ou reais, porém com autorização
para essa situações que serão muito atípicas
Porém os alunos
só poderão participar, depois de assinarem termo que autoriza o filho a
participar como cotista e compreende o Projeto o Mercado Escola e acessou
o esta página
Como moeda social usaremos as moedas de moedas que já circularem no Brasil em anos ateriores.
Com os recursos os grupos dos
projetos, hortas, eletivas, produção, lojas podem e adquirir mais insumos
(adubos, sementes, vasos, etc ) para que possam efetuar as produções mês
a mês, pois a horta pode por exemplo fornecer verduras e temperos para
enriquecimento da alimentação escolar.. Esses insumos devem ser adquiridos com
a moeda social obtidos através da venda de seus produtos na Loja Escolar
e ou nas Feira com Clube de trocas
O
banco portanto injeta recursos financeiro em moeda social fazendo
que fomente o as experiência de comércio dos
produtos solidariamente produzidos e também comercializados na feira
de trocas e passa a receber moeda social pelos produtos como pagamento.
O banco por sua vez ao
receber em moeda social deve colocá-los em circulação da maneira mais
rápida possível, para evitar que haja escassez de moeda no mercado de trocas, o que poderia gerar deflação ou, caso os preços não se alterem,
dificuldade dos consumidores adquirirem produtos de seu interesse.
Se o
banco usa essa moeda para comprar produtos, se coloca em situação parecida com
a situação em que ele recebe produtos como forma de pagamento. A destinação
desses produtos deve ser pensada para que eles se revertam em alguma forma de
benefício para o clube de trocas ou para o banco. A única possibilidade de que
os produtos beneficiem diretamente o clube de trocas é se eles forem oferecidos
no próprio clube pelo banco, para que possam se transformar na moeda social de
novo. Mas os produtos não precisam ser oferecidos diretamente no mesmo clube de
trocas, esses produtos adquiridos pelo banco podem ser oferecidos em outros
clubes de troca. Nesses, os produtos podem ser trocados por produtos
diferentes, que então são oferecidos no clube de trocas da Escola , aumentando
a variedade deste clube. De qualquer
maneira quando esses produtos forem trocados o banco voltará a receber mais
moeda social , formando um fluxo contínuo, o que pode ser positivo,
Os
produtos podem ser usados também em benefício do próprio banco, seja retornando
para a APM entidade que compôs o capital do banco, seja sendo usado em
iniciativas que beneficiem os membros e usuários do banco na escola, como em
projetos da escola principalmente de vieses sociais
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